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sábado, 25 de fevereiro de 2017

Atoleiro na BR-163 deixa mais de 4 mil caminhoneiros parados na rodovia.Trairão decreta estado de emergência

Caminhões estão há mais de uma semana em congestionamento de 50km. Fortes chuvas deixaram trecho da rodovia intrafegável no sudoeste do Pará. Mais de 4 mil caminhoneiros estão parados há mais de uma semana na rodovia BR-163, no sudoeste do Pará, e sofrem os prejuízos provocados pela situação.
Solidariedade: motoristas recebem ajuda de alimentação

 Fortes chuvas resultaram em um grande atoleiro no trecho da rodovia entre os municípios de Trairão e Novo Progresso, que provoca um congestionamento de 50 quilômetros e impede a passagem de veículos no local.
 A situação afeta mais de 4 mil caminhoneiros na rodovia, a maioria transportando soja do Mato Grosso para o porto de Miritituba, em Itaituba, no sudoeste do Pará. Homens do exército e da Polícia Rodoviária Federal passaram a presta apoio a partir deste sábado (25) às ações do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) na área para liberar a pista. 

50 km de congestionamento-
 Um plano para enviar mantimentos para os caminheiros foi definido em uma reunião realizada na sexta-feira (24) no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília. O envio de mantimentos começa na próxima quarta-feira (1º). 

Segundo a Defesa Civil do Estado, uma equipe do Corpo de Bombeiros de Itaituba já foi deslocada pra área para ajudar as comunidades e acompanhar a situação. A Prefeitura de Trairão decretou situação de emergência. 

De acordo com o decreto, o trecho que não é asfaltado da BR-163, a rodovia Cuiabá-Santarém, está intrafegável e deixa pelo menos cinco comunidades sem ter acesso à sede do município, o que já está provocando desabastecimento de alimentação, combustível e água. Alunos estão sem transporte escolar.

Com informações do BLOG G1 Pa

Mulher de Victor presta queixa de agressão contra o cantor ________________________________________

A mulher do cantor Victor Chaves Zapalá Pimentel, de 41 anos, da dupla sertaneja Victor & Léo, prestou queixa contra o marido em Belo Horizonte ontem. Poliana Bagatini Chaves, de 29 anos, disse ter sido agredida por ele. 

As informações são do G1.

PF indicia Silas Malafaia por esquema FRAUDE - Pastor é acusado de lavagem de dinheiro na Operação Timóteo ________________________________________

A Polícia Federal indiciou o pastor Silas Malafaia por lavagem de dinheiro no inquérito da Operação Timóteo, que apura um suposto esquema de corrupção nas cobranças de royalties da exploração mineral. 

O indiciamento se deu em 16 de dezembro, dia em que Malafaia foi alvo de condução coercitiva (quando a pessoa é levada a depor- Fonte-O Liberal ORM

Interpol prende lobista de Jader BLACKOUT - Alvos de operação ligada à 38a fase da Lava Jato foram detidos em Miami ________________________________________

Suspeitos de serem operadores do PMDB, Jorge e Bruno Luz, pai e filho, respectivamente, foram presos ontem, em Miami, nos Estados Unidos, depois que a Interpol colocou seus nomes na lista vermelha de procurados. Os lobistas são alvo da Operação Blackout, 38ª fase da Lava Jato, deflagrada na quinta-feira, 23, e foram considerados foragidos internacionais. O Liberal Digital!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Rodovia Transamazônica causa prejuízos para condutores no Pará

DNIT informou que tem equipes tentando manter as condições de tráfego. Caminhoneiros ficam dias na estrada com uma cargas estragando. 

Do G1 PA 

TRANSAMARGURA ESQUECIDA PELOS GOVERNANTES

 Atoleiros na rodovia Transamazônica tem provocado diversos transtornos aos motoristas, durante o período chuvoso. No quilômetro 40, em um trecho próximo de Itaituba, sudoeste do Pará, os problemas começam para quem precisa seguir viagem até Rurópolis. Caminhoneiros ficam dias na estrada com uma cargas estragando.

 "Anda cinco, dez quilômetro e para de novo. Pra não arriscar é melhor parar e rezar pra Seus mandar um solzinho", comenta o caminhoneiro Adão Amado. Apenas doze quilômetros após o primeiro atoleiro, mais caminhões enfileirados no quilômetro 42 da rodovia. Caminhoneiros e motoristas precisam pagar tratores para serem rebocados, o que gera prejuízos.

EMPRESAS DE ÔNIBUS NO PREJUÍZO

"Já gastei até R$ 2 mil pra ser puxado., cada atoelrio é R$ 150", conta o caminhoneiro Edilson Batista da Silva. 

Até o município de Rurópolis mais seis horas de viagem. Para voltar a Itaituba, outra parada no atoleiro. Para chegar ao município é necessário fazer desvio na estrada. São 300 km rodados em 12 horas de uma viagem, quando em uma estrada em boas condições a distância duraria no máximo 6. 

CAMINHÕES ATOLADOS E SOFRIMENTO

 A Superintendência Regional do DNIT no Pará informou que está com equipes mobilizadas para manter as condições de tráfego na rodovia 

Transamazônica e na BR-163, mas adiantou que em alguns trechos não é possível fazer a manutenção ou restauração devido ao período chuvoso.

RUROPÓLIS: MORRE MAIS UM MACACO NO TRAVESSÃO DO KM 115.

Macaco morre e secretaria de saúde suspeita de febre amarela no Pará Secretaria de saúde de Rurópolis emitiu alerta após caso suspeito. Cidade deve receber 20 mil doses de vacina contra doença Do G1 PA Prefeitura de Rurópolis emitiu alerta em redes sociais após macaco ter sido encontrado morto 

(Foto: Divulgação / Prefeitura de Rurópolis) A Secretaria Municipal de Saúde de Rurópolis, no sudoeste do Pará, emitiu um comunicado para as comunidades vizinhas alertando sobre um possível novo caso de febre amarela silvestre após a morte de um macaco no Travessão do KM 115 da rodovia BR 163.

 No último dia 21 o Insituto Evandro Chagas havia confirmado um caso da doença em macacos no município. saiba mais • Instituto confirma morte de macaco por febre amarela no oeste do Pará • Mortes de macacos no oeste do Pará preocupam autoridades De acordo com o Ministério da Saúde, a febre amarela silvestre é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus que pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

 Suspeita de que macaco tenha morrido de febre amarela silvestre gerou alerta em Rurópolis, sudoeste do Pará (Foto: Divulgação / Prefeitura de Rurópolis) A doença é comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus. A ocontrário da febre amarela tradicional, a variante silvestre não é espalhada pelo Aedes aegypt: seus transmissores comuns são mosquitos do gênero Haemagogus e Sabethes.

 Vacinação A Secretaria de Saúde de Rurópolis informou que está intensificando as açoes de imunização: o município j[a recebeu 1000 doses da vacina contra febre amarela, e aguarda a chegada de mais 20 mil doses para garantir a imunização da população na próxima semana. Além da vacinação, a secretaria informou que irá aplicar fumacê nas comunidades onde foram encontrados macacos mortos.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Secretarias de Saúde do PA discutem ações após morte por febre amarela

Número de pessoas vacinadas contra a doença no oeste do Pará é baixo. IEC confirmou que morte de macaco foi provocada pela febre amarela. Representantes da Secretarias de Saúde de Rurópolis, Itaituba e Trairão, no oeste do Pará, e técnicos da Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) participaram de uma reunião nesta quarta-feira (22) para discutir as ações que serão implementadas após a confirmação de que o macaco encontrado na zona rural de Rurópolis teve a morte provocada pela febre amarela.

 Segundo a Coordenação de Epidemiologia e Imunização da 9ª Regional, a taxa de vacinação contra a febre amarela nos municípios da região ainda é baixa. A preocupação com a morte dos animais começou depois que mais de 340 macacos morreram no sudeste do Brasil com febre amarela.  Os macacos são hospedeiros do vírus da doença. As Secretarias devem trabalhar com um plano de ação emergencial para fazer o bloqueio vacinal de todas as comunidades onde foram registradas as mortes de macacos e vacinação seletiva na zona urbana dos municípios atendendo as pessoas que nunca foram vacinadas e aquelas que não receberam a segunda dose da vacina. 

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) ressaltou que as equipes continuam em campo investigando e orientando a população sobre as formas de prevenção da febre amarela.  A Sespa ainda informou que será feito um Plano de Contingência específico para a região do Oeste e Baixo Tocantins, além da intensificação da vacinação nas localidades rurais e de

Secretarias de Saúde do PA discutem ações após morte por febre amarela Número de pessoas vacinadas contra a doença no oeste do Pará é baixo. IEC confirmou que morte de macaco foi provocada pela febre amarela.

A procura pela vacina contra a febre amarela nos postos de saúde de Itaituba, sudoeste do Pará, foi intensa na manhã desta quinta-feira (23), dois dias depois que o Instituto Evandro Chagas confirmou que o macaco encontrado morto na zona rural de Rurópolis foi vítima da doença.

 Técnicos da Vigilância em Saúde estiveram no local para orientar a população, já que algumas pessoas não precisavam se vacinar e haviam recebido as duas doses necessárias para ficarem imunes à doença.

 De acordo com a Direção de Vigilância em Saúde, a vacinação contra a febre amarela é um procedimento de rotina e o excesso de imunização pode trazer o risco de desenvolver a doença. . 

Durante o encontro, ficou decidido que as Secretarias deverão trabalhar com um plano de ação emergencial para fazer o bloqueio vacinal de todas as comunidades onde foram registradas as mortes de macacos e vacinação seletiva na zona urbana dos municípios atendendo as pessoas que nunca foram vacinadas e aquelas que não receberam a segunda dose da vacina.

 Segundo a Coordenação de Epidemiologia e Imunização da 9ª Regional da Sespa, a medida se tornou necessária diante da baixa taxa de vacinação da população contra a febre amarela nos municípios da região.

G1 pa